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BANGUECOQUE

BANGUECOQUE

Bangkok ou Banguecoque é a capital da Tailândia e, para a maioria dos viajantes e mochileiros, é o ponto de partida para quem quer conhecer o sudeste Asiático. Apesar da confusão nas ruas devido ao trânsito caótico, ao calor, ao som inconfundível dos tuk-tuks, e aos cheiros intensos, a capital tailandesa mantém o seu charme e beleza.

A língua oficial é o tailandês, mas devido aos milhões de turistas que visitam o país anualmente, a grande parte da população fala o inglês básico.

A moeda é o Bath, sendo que 1 euro são cerca de 33/34 Baths (depende da conversão na altura da  viagem).

A melhor época do ano para visitar a Tailândia são os meses entre novembro e março. Bangkok é uma cidade quente e húmida. As temperaturas não oscilam muito durante todo o ano, mas os termómetros sobem acima dos 30°C com muita facilidade.

 

É necessário passaporte para entrar no país. Felizmente, para cidadãos portugueses, é dada uma isenção de visto de 30 dias, sendo apenas necessário o preenchimento de um documento (TM6), normalmente fornecido durante o voo, e que deve ser entregue na fronteira. Uma nota importante: o documento requer a colocação de uma data de regresso para garantir que estarão no país por menos de 30 dias, por isso, é altamente conveniente adquirir o bilhete de ida e volta dentro deste período, antes de chegar à Tailândia. Não se esqueçam de guardar o documento, será necessário mostrá-lo novamente à saída do país.

 

COMO SAIR DO AEROPORTO

 

Banguecoque está servida por dois aeroportos com serviço comercial: o mais antigo, Don Mueang bastante utilizado por companhias low-cost como a AirAsia, para voos internos ou internacionais de baixo curso; e o mais recente, o internacional de Suvarnabhumi. Se vierem de Portugal, garantidamente que irão aterrar neste último.

Existem essencialmente cinco formas de se deslocarem do aeroporto até ao centro da cidade. A mais cara são os serviços de táxi personalizados, muitas vezes “oferecidos” pelos hóteis ou até em várias páginas na internet. São os mais caros, mas também os que garantem maior conforto. Poderão também usar o Grab (o Uber lá da zona) para solicitar um veículo. No entanto esta requer uma ligação à internet que poderá ser difícil obter mal cheguemos ao país. Há também a possibilidade de irem de táxi: à saída do aeroporto, encontrarão uma máquina onde poderão retirar um ticket com o número do vosso táxi. Demorarão cerca de 60 minutos (dependendo do trânsito), e a um custo de cerca de 15€. A quarta possibilidade é a de apanharem o comboio até Phaya Thai, numa viagem que demora cerca de 30 minutos e que custa cerca de 1.50€. Esta última opção é particularmente interessante para quem ficar alojado na região de Ratchathewi. Caso contrário, terão que apanhar um táxi, tuk-tuk ou BTS desde Phaya Thai até ao hotel. A última forma é através de autocarro S1 até à Khaosan Road, que tem um custo de menos de 2.00€, e que pode ser apanhado no primeiro piso do terminal.

 

 

ATRAÇÕES TURÍSTICAS GRATUITAS 

 

Parque Lumpini – É o principal parque da zona central de Banguecoque, com uma área de cerca de 60 hectares. Um perfeito oásis no meio de tantos arranha céus. Para além de árvores e de pequenos parques, tem também um pequeno lago onde é possível alugar um barco. Na área do parque, é possível encontrar a biblioteca de Banguecoque. É facilmente acessível através de Metro (estação de Silom), ou BTS (estação de Sala Daeng ou Ratchadamri).

 

Santuário de Erawan – É um dos mais característicos santuários budistas na capital Tailandesa, dedicado a Phra Phrom, o deus da criação. Aqui pode-se ver um altar onde as cores douradas saltam à vista, principescamente decorado com flores e grinaldas. É bastante habitual os fiéis depositarem oferendas neste santuário. Situa-se na Praça Siam, a 15 minutos a pé do parque Lumpini.

 

Mercado de Chatuchak – Um dos mercados de Banguecoque que deve visitar, se tiver a oportunidade de estar na cidade ao fim-de-semana, pois só abre aos Sábados e Domingos, das 10:00 às 18:00. É o maior mercado da Tailândia, composto por mais de 15 mil barracas, desde roupa, pequenos souvenirs ou comida “excêntrica”. Não compre nada sem tentar negociar o preço. A negociação faz parte da cultura tailandesa, e acaba por se tornar num jogo engraçado. É possível chegar até ao mercado de Metro (saindo na estação Kamphaeng Phet).

 

Khaosan Road – Uma das ruas de referência para quem quiser aproveitar a noite louca de Banguecoque. Conhecida como a rua dos “backpackers”, é uma zona bastante animada, sobretudo à noite, onde pode encontrar vários bares. Deve também visitar a rua vizinha Soi Rambuttri, uma rua também bastante animada, cheia de bares e restaurantes. O acesso à Khaosan road não é fácil pois esta situa-se na zona “antiga” da cidade, onde os transportes metropolitanos não estão tão desenvolvidos. É possível aceder de ferry (saindo na estação Phra Arthit e caminhando durante cerca de 15 minutos), através de autocarro ou táxi/grab/tuk tuk.

 

Siam Paragon – Trata-se de um bonito centro comercial, que deve visitar se tiver tempo e se pretender fazer umas compras. Facilmente acessível através de BTS (saindo na estação de Siam). Na zona, encontra também outros centros comerciais como CentralWorld

 

Nana Plaza – É também uma das principais zonas noturnas de Banguecoque, juntamente com Patpong. No entanto, e ao contrário da Khaosan Road, estas duas zonas são carinhosamente chamadas de “adult playground”. Fica a cerca de 300 metros da estação de BTS de Nana.

 

Asiatique The Riverfront – Um verdadeiro “must see” da cidade de Banguecoque. O Asiatique concentra num só espaço, o melhor dos centros comerciais com mercados noturnos. Situa-se nas margens do rio Chao Phraya, num antigo porto. Aproveitem para jantar e ver espetáculos de ladyboys ou de Muay Thai. E não esquecendo a roda gigante que se situa na área. É possível chegar ao Asiatique através de um ferry gratuito que sai do ferry Saphan Taksin. Tenham cuidado com o ferry que apanham (é um com cores rosa), pois poderão entrar num ferry não gratuito.  Sugestão: Façam ao fim da tarde ou início da noite, pois a viagem pelo rio tem outro encanto..

 

Chinatown – Uma das muitas Chinatown que existe no mundo. Poderão encontrar o Portão da Chinatown no final da estrada Yaowarat. Passear durante a noite poderá permitir fotografias cheias de cor. Estação BTS mais próxima: não existe estação BTS próxima, mas existe o metro subterrâneo: Wat Mangkon. Se andarem 4 paragens, podem sair em Silom e mudam para o BTS Sala Daeng.

 

ICONSIAM – Outro imponente centro comercial na margem oeste do rio Chao Phraya. Aproveite para ver um magnífico espetáculo de luzes e jatos de água que acontece na zona exterior do edifício, diariamente, às 18:30, 20:00 e 21:00, durante cerca de 30 minutos, de forma completamente gratuita.

 

Shooping MBK Center – Famoso entre os locais e turistas, é um dos maiores Centros Comerciais da Ásia. Tem cerca de 8 andares e conta com mais de 200 lojas. A diferença entre este centro comercial e os nossos é que, tal como nos mercados de rua, é possível negociar os preços. Estação BTS mais próxima: National Stadium.

 

Baloiço Gigante – Um monumento religioso que se situa em frente de um importante templo de Banguecoque, o Wat Suthat Thepwararam. Trata-se de uma gigante (20 metros de altura) estrutura vermelha, que se assemelha a um baloiço. O templo em frente não tem entrada gratuita (custo de 20 baht, equivalente a cerca de 0.60€). Fica a cerca de 10 minutos a pé da estação de metro de Sam Yot. 

 

Patong Night Market – Se quiserem conjugar um roteiro Noturno entre a Chinatown e o Patong Night Market só tem de fazer a viagem que referi em cima. Este mercado fica muito próximo da estação BTS Sala Daeng. Aqui, podemos encontrar todo o tipo de produtos, nomeadamente: roupas, sapatos, souvenires, CDs e DVDs falsificados. É também uma zona conhecida pelos seus bares noturnos com o famoso PingPong Show e prostituição.

 

Monumento da Vitória – Trata-se de um monumento construído no centro de uma rotunda, que foi construído para comemorar a vitória dos tailandeses contra os franceses. Pode ser visitado através de BTS, saindo na estação Victory Monument.

 

Igreja de Nossa Senhora do Rosário – É uma igreja católica de herança portuguesa. É sempre engraçado ver influências portuguesas em países longínquos. Fica na margem este do rio Chao Phraya, e pode aceder através de ferry (cais Marine Dept.).

 

 

NÃO GRATUITAS MAS QUE VALEM A PENA

 

Grande Palácio Real – Trata-se sem qualquer dúvida do conjunto de edifícios mais impressionantes que verá na capital Tailandesa. A sintonia entre as diferentes cores dos edifícios dá uma beleza muito particular ao Grande Palácio. O complexo serviu de habituação oficial do rei até 1925, mas é habitual o rei da Tailândia pernoitar lá um dia ou outro. Dentro deste complexo pode-se encontrar o templo Wat Phra Kaew, onde está situado o Buda de Esmeralda, que apesar de ter apenas 45 centímetros de altura, é um dos mais venerados do país. É possível visitar o Palácio das 8:30 até às 15:30, no entanto, recomenda-se ir a horas precoces, para apanhar menos gente. Não se enganem, é muito provável que o Palácio esteja a abarrotar de pessoas, pois é uma das atrações mais visitadas da Tailândia. Os bilhetes (para estrangeiros apenas) custam 500 baht (cerca de 15.00€) e podem ser adquiridos no site oficial do palácio. Tenham cuidado com a roupa, não devem levar calções ou saias, e os braços devem estar tapados. E sempre que entrarem num templo, devem tirar os sapatos. Atenção também aos esquemas de pessoas que vos abordem nas proximidades, dizendo que o palácio está fechado, apenas para vos recomendarem outras zonas onde eles recebem comissões. É acessível por táxi/Grab/tuk-tuk. Transporte por metro ou BTS não é possível, pois situa-se na zona antiga da cidade. Pode também ser acedido por ferry (através da estação Tha Chang).

 

Wat Pho (Templo do Buda Reclinado) – Outro dos templos mais turísticos de Banguecoque fica a cerca de 10 minutos a pé do Grande Palácio Real. Este templo é muito famoso por ter no seu interior um enorme Buda deitado (reclinado) coberto de ouro, com um comprimento de 45 metros e 15 metros de altura. Na parte exterior do templo, tem uns pagodes que são cobertos por azulejos coloridos que embelezam o complexo. Pode-se também aproveitar e fazer uma das famosas massagens tailandesas. É possível visitar das 8:30 até às 18:00, e tem um custo de entrada de 200 baht (cerca de 6.00€).

 

Wat Arun (Templo do Amanhecer) – É provavelmente o mais bonito e fascinante templo de Banguecoque, localizado em frente ao Wat Pho, separados apenas pelo rio Chao Phraya, pode ser acedido apanhando um ferry no cais de Tha Tien, em frente ao Wat Pho. A sua torre central, também chamada de Prang, é a mais alta da cidade, com cerca de 80 metros de altura, e facilmente visível em vários pontos da cidade. Todas as torres (a central e mais quatro periféricas) estão decoradas com conchas e porcelana chinesa em tons de branco, verde, azul e vermelho. Poderão visitar o interior e desfrutar da vista da cidade a partir de um dos seus terraços. Recomenda-se que veja ao longe o Wat Arun ao final da tarde ou durante a noite: a sua iluminação torna-o nas vistas mais incríveis da cidade. É possível visitar das 08:00 até às 18:00, tendo um custo de 50 baht (1.50€).

 

Wat Benchamabophit (Templo de Mármora) – Outro templo muito visitado em Banguecoque, mas menos do que o Wat Pho e Wat Arun. É mais pequeno que os anteriores, mas o facto de estar integralmente construído em mármora, dá-lhe uma beleza natural. Os tons de dourado são também bastante evidentes, como na generalidade dos templos tailandeses. Situa-se na parte antiga da cidade, e o seu acesso pode ser feito através de táxi/grab/tuk tuk. Alternativamente, poderá apanhar o BTS até Phaya Thai e caminhar durante cerca de 30-40 minutos. É possível visitar das 08:00 até às 18:00, tendo um custo de 20 baht (0.60€).

 

Wat Traimit (Templo do Buda de Ouro) – Mais um imponente templo, onde é possível ver o maior Buda construído em ouro do mundo, com quase 5 metros de altura. Está situado em Chinatown, sendo facilmente acessível por metro (pela estação Hua Lamphong). É possível visitar das 08:00 até às 17:00, tendo um custo de 50 baht (1.50€).

 

Wat Saket ou Golden Mount - É assim conhecido por se situar em cima de uma colina artificial com cerca de 80 metros de altura. São cerca de 300 degraus que custam a subir mas a vista panorâmica sobre Bangkok vale a pena. Preço:50 baths = 1,40 euros

 

 

King Power Mahanakhon – Sem dúvida, umas das melhores vistas que se pode ter de Banguecoque. Situado na área de Silom, este arranha céus com 314 metros de altura permite-lhe ter uma experiência única. O edifício alberga vários apartamentos, um hotel e várias lojas de luxo nos pisos inferiores. No entanto, a grande atração é a entrada para o chamado “Mahanakhon Skywalk”: subir ao mirante no piso 74 onde pode ter uma vista privilegiada da cidade em todas as direções, e depois, subir ao terraço onde poderá subir a um tabuleiro de vidro que sai a partir da estrutura principal do edifício. Para os restantes, aproveite para desfrutar da vista e tirar fotografias espetaculares (os telemóveis têm que ficar fora do tabuleiro, no entanto). Além do mais, a arquitetura única do arranha-céus torna-o numa das grandes atrações da parte mais empresarial da cidade. É possível aceder através de BTS saindo na estação de Chong Nonsi. Os bilhetes para o “Mahanakhon Skywalk” podem ser comprados no local ou através do site oficial, podendo chegar até aos 880 baths (25.00€) dependendo da hora a que pretende visitar. As visitas estão abertas das 10:00 até às 00:00.

 

Casa Museu de Jim Thompson – Trata-se da casa transformada em Museu de um arquiteto norte-americano que se mudou para Banguecoque após a II grande guerra. Trata-se de uma casa de madeira, construída ao lado de um canal de água, onde se encontra o museu. O complexo tem também outros 5 edifícios, todos de madeira, rodeados por vegetação cuidada. A entrada tem um custo de 150 baht (4.22€), e pode ser visitada das 09:00 até às 18:00. Pode ser acedida através de BTS, saindo na estação de Ratchathewi e caminhando durante 10-15 minutos.

 

Lebua at State Tower – Se é fã do filme “A Ressaca II”, não pode ir Banguecoque sem fazer uma visita ao famoso Sky Bar, situado em Silom. O edifício tem um dos mais luxuosos hóteis e tem vários bares e restaurantes nos pisos superiores. O Sky Bar é descrito como sendo rooftop a maior altitude do mundo, a cerca de 250 metros do solo. Se tiver oportunidade, visite o edifício à noite para ter a possibilidade de aproveitar a vista noturna da cidade e do rio Chao Phraya. É possível que ao chegar ao edifício, seja imediatamente encaminhado por funcionários para um dos bares. E preparem a carteira: apesar de a entrada ser gratuita, as bebidas têm preços bastante generosos...para eles. Mas vale bem a pena pela experiência. O dress code é casual, no entanto chinelos ou camisolas sem mangas devem ser evitadas. Está aberto das 16:00 até à 01:00. Fica a cerca de 10 minutos a pé da estação de BTS de Saphan Taksin.

 

Museu Erawan – Um dos museus mais imponentes de Banguecoque, bem conhecido pela sua gigante estátua de um elefante com três cabeças. Está dividido em três andares, onde se pode ver antiguidades raras, objetos religiosos ou decorativos. Pode aproveitar também para visitar os jardins que rodeiam o edifício principal, que tem pequenos riachos e palmeiras. A sua localização fica um pouco afastada do centro de Banguecoque, mas está acessível através de BTS (estação mais próxima é a de Chang Erawan), e uma caminhada de cerca de 10 minutos. Está aberto das 09:00 até às 19:00, e o custo de admissão é de 400 baht (cerca de 12.00€). Estão disponíveis audioguia em várias línguas, nomeadamente o inglês.

 

Cidade Antiga – Outra das pérolas de Banguecoque. Como fica um pouco mais deslocalizada relativamente ao centro da cidade, acaba por ser negligenciada por alguns turistas. No entanto, vale bem a pena a visita. Neste complexo de 80 hectares, poderá ver várias representações em menor escala de edifícios e monumentos históricos da Tailândia. Entre as atrações, destacam-se o Pavilhão dos Iluminados, ou o Templo de Peixes. O percurso pode ser feito de bicicleta ou tram, e conta com áreas para piquenique, bem como pequenos lagos. Para visitar, a melhor forma será usando o serviço de transfer que existe a partir do Museu Erawan, e que pode ser adquirido online. O preço do bilhete é de 700 baht (cerca de 20.00€).

 

Andar de Tuk Tuk – Os Tuk Tuk’s na Tailândia são quase como património do país e é uma das experiências imperdíveis para fazer em Bangkok. A aventura de andar de Tuk Tuk começa mesmo antes de entrarmos no banco dos passageiros, ao tentarmos negociar o preço. O Tuk tuk será sempre o meio de transporte mais caro, mas vale bem a pena. Para negociarem o valor, usem a App do Grab para terem uma estimativa do valor. O objetivo é conseguir fazer a viagem ao preço do Grab. Se virarem as costas, conseguem normalmente o preço que pretendem. Com a experiência em negociação em Bangkok vão chegar ao ponto de estar a negociar cêntimos. 

 

 

ONDE DORMIR?

 

Lost Inn BKK: Hostel muito simples e moderno. Está bem localizado a 20 minutos a pé da Khao San Road e a 25 minutos do Grand Palace. Preço de 26€ por noite.

Evergreen Place Siam by UHG: Hotel de 4 estrelas localizado perto da estação BTS Ratchathewi. Fica a 10 minutos a pé do Shopping MBK Center e a 30 minutos de transportes até o aeroporto. Noite com pequeno almoço incluído fica a cerca de 40 euros.

 

Rambuttri Village Inn & Plaza – Situado na Soi Rambuttri, muito perto da Khaosan Road. Tem condições excelentes e duas piscinas exteriores no terraço. Nos pisos térreos é possível encontrar restaurantes, uma farmácia e uma loja onde poderá adquirir tours organizados para algumas visitas. Se ficar lá, peça um dos quartos renovados, que apesar de ligeiramente mais caros, têm melhor isolamento ao som. Apesar de ficar numa zona noturna, o barulho não se fazia sentir nos quartos. Tem um custo de 25€ a 30€, noite e pessoa para quarto duplo, com pequeno almoço incluído.

 

Na zona mais empresarial da cidade, Silom, Siam ou Sukhumvit, também encontrarão hóteis de qualidade, mais bem servidos em termos de transporte, mas também mais caros.

 

ONDE COMER?

 

Comer bem e barato é muito simples em Bangkok. A capital tailandesa está recheada de locais e de bancas com o melhor street food do mundo. Experimentem o Pad Thai, yellow curry, chicken fried rice, chicken and caju nuts, mango sticky rice e os smoothies de fruta.

 

Soi Rambuttri – Existe uma série de restaurantes nesta rua onde poderão comer pratos tradicionais tailandeses a preços bastante económicos, por volta dos 5 a 6 euros.

 

Asiatique The Riverfront – Nesta zona comercial existem bastantes restaurantes de comida tailandesa e também ocidental. Mas só poderá jantar pois não está aberto ao almoço. É um pouco mais caro que restaurantes de rua, mas consegue ter um serão agradável junto ao rio.

 

Chatchuak Weekend Market - Aqui poderão encontrar centenas de bancas com o melhor do street food tailandês. Preços variam entre os 40 baths e os 100 baths = entre 1 e 3 euros.

7 Eleven – É uma cadeia de supermercados que está espalhada pelo país e que vão encontrar a cada “esquina”. Para quem não gostar de comida tailandesa nem dos seus condimentos, aqui pode encontrar sandes, cachorros, hambúrgueres e salsichas a preços muito em conta. Também existe alguma comida tailandesa e noodles. A vantagem é que tudo o que comprarem pode ser aquecido e assim podem comer em qualquer lado. Preço para 1 pessoa com bebida: 50 bahts = 1,40 euros.

 

 

DICAS!

 

Moeda & Câmbio – A moeda da Tailândia é o Baht (que tem uma taxa de câmbio de aproximadamente 0.03€). Apesar de existirem caixas multibanco espalhadas pela cidade, é aconselhado que faça o câmbio assim que possível, até porque na Tailândia, ainda é dada prioridade ao dinheiro vivo. Sempre que for possível usar o cartão para fazer pagamentos, devem fazê-lo se tiverem um cartão estilo Revolut. Caso contrário, sempre que tentarem levantar dinheiro através das caixas multibanco, é cobrada uma taxa de mais de 5.00€ por cada levantamento. Esta taxa é imposta pelos bancos tailandeses e é uma taxa pelo serviço ATM, pelo que a utilização de Revolut não evita a cobrança desta taxa. Assim sendo, recomenda-se que faça o câmbio numa daquelas casas de câmbio espalhadas pela cidade. Há dois nomes que se destacam: k79 e Superrich. As melhores taxas de câmbio são encontradas no centro da cidade, no entanto, o câmbio na Superrich do aeroporto também são bastante boas. Para terem acesso a elas, basta descer ao piso mais subterrâneo do aeroporto que dá acesso ao ARL (o comboio que leva até ao centro da cidade), e encontrar a Superrich verde (existe também a laranja, mas o câmbio é ligeiramente pior).

 

Cartão SIM – Poderão adquirir um cartão SIM no piso subterrâneo (junto ao ARL) para utilizarem. Na Tailândia existem três operadoras, que são a AIS, a TRUE e a DTAC. Em termos que qualidade de ligação, a AIS parece ter o melhor serviço. É possível adquirir um cartão especial de viagem por cerca de 600 baht (cerca de 15.00€) e tem acesso a 6GB de dados móveis durante 15 dias. Quando compra é preciso ativar, ativação essa que é feita pelo vendedor do cartão.

 

Grab – O Grab é a aplicação de transporte semelhante ao Uber, que é usado no Sudeste Asiático. O modo de funcionamento é bastante semelhante ao Uber, com algumas diferenças: para além de poderem chamar um veículo privado, é também possível pedir um táxi normal, ou, em algumas cidades da Tailândia, é possível chamar transportes alternativos como as carrinhas vermelhas em Chiang Mai. Além disso, pode escolher se quer fazer o pagamento a partir da aplicação, ou se pretende pagar na hora ao condutor. No entanto, para usar a aplicação, tem que associar a um cartão multibanco. Esta associação só é possível se estiverem a utilizar um cartão SIM de um país onde o Grab opere. Caso contrário, dará um erro de associação.

 

Táxis e/ou Tuk-Tuks – É muito fácil encontrar táxis ou tuk-tuks na cidade de Banguecoque. No entanto, serão poucos os que estão dispostos a ligar o taxímetro para fazer a viagem. Recomenda-se que tentem convencer o taxista a ligar o taxímetro. Se não conseguirem, façam questão de negociar e acertar o preço antes da viagem. Se necessário, escrever num papel ou num telemóvel para garantir que estão a falar do mesmo número. Em alguns guias fazem questão de dizer para não entrarem em táxis sem taxímetro. No entanto, pela minha experiência, a probabilidade de encontrarem um taxista disposto a fazê-lo é baixa, pelo que se torna desgastante e demorada por vezes esta procura. Ainda assim, os preços de transporte sem utilização de taxímetro são relativamente baixos quando comparados com Portugal. Os tuk-tuks normalmente são mais caros por serem bastante turísticos, mas o mesmo se aplica: negociar o preço antes da viagem.

 

Alugar mota - Alugar uma mota é o meio de transporte mais cómodo, económico e prático. Para quem nunca conduziu uma scooter, não tenham receio. Apesar de não existirem regras de trânsito na Tailândia (quer dizer, elas existem… mas não são cumpridas), os tailandeses são muito cordiais e compreensivos. Terão de deixar o passaporte como caução. Se tiverem receio em deixar o passaporte, tentem reservar a mota através da receção do hotel.

 

 

Transportes públicos – A cidade é caótica, o trânsito é caótico, e tudo fica mais longe do que se parece no mapa. Aconselha-se, portanto, arranjar uma forma de locomoção. Os transportes públicos não estão muito desenvolvidos na cidade: além dos ferries no rio, existe um sistema de metro subterrâneo e um sistema de carris instalado em viadutos, o BTS ou Skytrain. Estes sistemas são bastante recentes e têm qualidade. No entanto, devido à existência de poucos quilómetros de linha (se comparado com a grandeza da cidade), e o facto de 90% das linhas se situarem na zona a este do rio, os veículos costumam estar lotados, principalmente em hora de ponta. Mas não se preocupem, os Tailandeses são muito organizados e a entrada nestes veículos, embora difícil, é possível ser feita sem grandes empurrões. Existem também autocarros, no entanto, devido à loucura que é o trânsito de Banguecoque, completamente lotada de táxis e tuk-tuks, os atrasos são recorrentes. O meu conselho é: sempre que possível, usem metro, BTS ou barco.

 

Levar moradas em tailandês – Devem levar as moradas dos pontos mais importantes (sobretudo hóteis), caso o taxista não seja muito fluente em inglês.

 

Negociar tours – Se planearem comprar a partir de Banguecoque, apesar de ser possível adquirir online, é recomendado que não o façam. Isto porque adquirindo em loja é sempre possível negociar os preços. Nunca aceitem o primeiro valor que vos é oferecido.

 

Usar repelente – Sempre recomendado.

Massagem tailandesa – Aproveitem para fazer uma massagem tailandesa. Além do Wat Pho, em vários sítios da cidade podem fazer pessoas a relaxar durante uma massagem.

 

Dress code nos templos – Levem roupa discreta. Os templos são sagrados, e normalmente não são permitidos chinelos, calções ou tops. Levem um lenço sempre que possível para cobrirem os ombros à entrada.

 

Preços de algumas atividades e itens básicos:

Smoothie de qualquer fruto: 40/50 bahts. 

Cerveja:  70/80 bahts.

Prato típico tailandês, Pad Thai: Varia entre 50/70 bahts.

Massagem: 150 Bahts (pode ser negociado). Dica: Façam em Banguecoque! É a zona mais barata para massagens na Tailândia.

Aluguer de Mota Scooter: Entre 150/200 bahts por dia. 

Encher depósito mota: 120 baths

Água: 6 baths no supermercado 7Eleven

Cartão com 10 gigas de dados móveis para 15 dias de viagem: Aeroporto - 500 Bahts/ 7 Eleven - 200 Bahts.

Dicas para visitar!

Passeio de Barco – Apesar de existir o serviço de ferry expresso, é também possível fazer um passeio turístico entre os cais da Sathon e Phra Arthit. Se o fizerem à noite, poderão ver as iluminações de edifícios como o ICONSIAM ou o Wat Arun. Podem comprar o bilhete online.

 

Ida a Ayutthaya – Ayutthaya, que fica a cerca de 80 quilómetros de Banguecoque, era a antiga capital da Tailândia, quando ainda era chamada de Reino de Ayutthaya, tendo a cidade sendo destruída pelo exército Birmanês. As ruínas da cidade foram mantidas e fazem agora parte do Parque Histórico de Ayutthaya, que é considerado Património Mundial da UNESCO. Lá poderão ver uma série de templos em ruínas, do qual se destaca o Wat Mahathat, onde pode ver a escultura de uma cabeça numa árvore. Se tiver oportunidade, vale bem a pena usar uma manhã para visitar. Pode comprar um Tour, ou apanhar o comboio na estação de Hua Lamphong, em Banguecoque, e depois contratar um Tuk-Tuk em Ayutthaya para poder ver o máximo possível.

 

Ida ao Mercado Flutuante e do Comboio – É muito habitual comprar um Tour de meio dia onde é possível visitar o Mercado Flutuante de Damnoen Saduak e o Mercado do Comboio de Maeklong. O primeiro é um mercado que se situa em canais. Pode pagar para andar num dos barcos e passear pelo mercado e ir parando nas barracas para comprarem pequenos presentes. Depois poderão ir a Maeklong onde existe um mercado instalado em cima da linha de comboio. Quando o comboio passa, é sempre engraçado ver a confusão que é os comerciantes a fecharem a barraca e arrumarem tudo da linha. Os comboios passam apenas algumas vezes por dia, no entanto, os Tours normalmente coincidem com pelo menos uma passagem do comboio.

                                                                                                                            CONTRIBUTO DO VIAJANTE VITOR PREGUEIRO 

                                                                                                                                             E CONTRIBUTO DO MARCELO COSTA  

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